Relógio de ponto em Bady Bassitt

Atendemos empresas de Bady Bassitt, principalmente quem está saindo do cartão de papel pela primeira vez e quer fazer a mudança sem susto.

Em Bady Bassitt boa parte das empresas que atendemos está fazendo a mudança pela primeira vez. Saindo do cartão de papel, da folha assinada ou do controle que ninguém confere. A pergunta que aparece sempre é a mesma: isso vai complicar a minha rotina?

Vai simplificar, mas não do jeito que a maioria imagina. O ganho não está no ato de bater o ponto — está no fim do mês, quando o trabalho de conferir deixa de ser folhear papel e passa a ser resolver uma lista de pendências.

O que realmente muda na rotina do RH

  • A conta some da mesa. Extras, atrasos, faltas, adicional noturno e banco de horas passam a ser calculados pelo sistema. Ninguém somava certo no papel — só ninguém conferia.
  • O erro aparece na hora, não no dia 30. Marcação incompleta, falta integral e saída antecipada ficam numa lista de pendências que se resolve durante o mês.
  • Some a discussão de fim de mês. O funcionário vê o próprio saldo e o comprovante impresso fica com ele a cada marcação.
  • O espelho de ponto sai pronto para a contabilidade, no formato que o contador espera receber.

A lista completa do que muda está em vantagens do ponto eletrônico, e o funcionamento do equipamento em como funciona o relógio de ponto.

As três dúvidas que sempre aparecem

"Meus funcionários vão saber usar?"

Sim, e mais rápido do que o dono imagina. Encostar o dedo ou olhar para o aparelho é mais simples que procurar o próprio cartão numa gaveta. O treino de quem marca leva minutos; o que precisa de atenção é o treino de quem opera — trocar bobina, cadastrar funcionário novo e emitir o AFD.

"E se alguém esquecer de bater?"

Vai acontecer, como acontecia no papel. A diferença é que agora aparece como pendência antes do fechamento, e a correção fica registrada como correção, com trilha, em vez de alguém escrever por cima do cartão.

"Preciso jogar fora os cartões antigos?"

Não. Guarde os registros do período anterior — eles continuam sendo o documento daquele tempo, e a mudança de sistema não apaga a obrigação de poder apresentá-los.

O que a lei passa a exigir de você

Trocar papel por eletrônico traz duas obrigações que o cartão não tinha. A cada batida o aparelho entrega um comprovante impresso ao funcionário, e ele precisa exportar o AFD — o Arquivo Fonte de Dados, com o histórico bruto e sem edição — pela saída fiscal. É esse arquivo que o auditor leva num pen drive comum.

É nesse ponto que quem compra sozinho se dá mal: circula muito aparelho barato que marca horário na tela e não é REP homologado — não entrega papel nenhum ao funcionário e não exporta arquivo nenhum. Peça o número de homologação antes de pagar. O texto que rege isso é a Portaria 671/2021, com a redação dada pela Portaria 4/2022; controlar jornada passa a ser obrigatório no estabelecimento que ultrapassa vinte empregados.

Duas coisas para exigir de qualquer fornecedor: o número de homologação do equipamento e as senhas de administrador entregues a você por escrito. Sem as senhas, sua empresa não cadastra funcionário novo nem acerta a hora sem depender de terceiros.

Como é a implantação, passo a passo

  1. Visita e escolha do ponto de instalação, olhando fluxo de entrada, tomada, rede e iluminação.
  2. Instalação gratuita do equipamento.
  3. Cadastro dos funcionários, com teste de leitura feito com as pessoas reais — inclusive quem trabalha com a mão suja ou molhada.
  4. Configuração das jornadas, escalas, feriados, adicional noturno e banco de horas.
  5. Treinamento de quem vai operar: troca de bobina, cadastro de funcionário novo, acerto de hora e emissão do AFD.
  6. Primeiro fechamento acompanhado, que é onde aparecem os ajustes que ninguém previu.

Novas implantações contam com suporte técnico gratuito por seis meses, conforme as condições da proposta. É justamente o período em que aparecem as dúvidas reais — as do primeiro e do segundo fechamento.

Quanto custa começar

Há dois caminhos e nenhum é errado. Na compra o desembolso é único, o aparelho passa a ser seu e o assunto encerra; vencida a garantia, o conserto passa a sair do seu bolso. No aluguel, você paga uma mensalidade e ela carrega o aparelho, o sistema, a montagem, o treino e o conserto, sem entrada — para quem está começando, quase sempre é o que destrava. A comparação está em comprar ou alugar.

Depois da instalação você não fica sozinho

Temos rolo térmico de 300 metros em papel que aguenta o tempo — comprovante apagado não prova nada —, além de crachá e chaveiro de proximidade, nobreak, fonte, bateria interna, rolete de tração e jogo de chaves. Compra avulsa, sem contrato. E fazemos assistência: relógio que não imprime, trava, perdeu a hora ou não gera o AFD tem diagnóstico antes do orçamento, e nada é executado sem sua autorização.

E se você preferir não cuidar do fechamento, ele vira serviço: levantamos as pendências do quadro inteiro, lançamos o que a empresa informar de atestado, férias, folga e afastamento, e devolvemos o espelho de ponto e os relatórios no formato que o contador recebe.

O que entregamos em Bady Bassitt

  • Explicação sem jargão do que muda e do que a lei passa a exigir.
  • Montagem inclusa, com a leitura testada nas pessoas que vão usar o aparelho todo dia.
  • Cadastro dos funcionários e configuração das jornadas e feriados.
  • Treinamento de quem opera, com as senhas de administrador entregues a você.
  • Suporte técnico sem custo durante seis meses, contados da implantação, conforme a proposta.
  • Primeiro fechamento feito junto, revisando a pendência de cada funcionário antes de fechar.

Ao lado atendemos Mirassol e Cedral. Veja a lista de cidades.

Quando o equipamento já está rodando

Se um dia parar de imprimir ou travar, a assistência resolve; se o aparelho vier travado por senha, é desbloqueio. E o fechamento pode ficar conosco. Veja tudo o que fazemos.

Perguntas frequentes

Vocês atendem Bady Bassitt?

Atendemos. Bady Bassitt fica logo ali, o que torna a visita técnica rápida. A montagem está inclusa e o teste é feito na sua empresa.

Meus funcionários vão saber usar?

Vão, e rápido. Encostar o dedo ou olhar para o aparelho é mais simples que procurar o próprio cartão na gaveta. O treino que exige atenção é o de quem opera: trocar bobina, cadastrar funcionário novo e emitir o AFD.

E se alguém esquecer de bater o ponto?

Aparece como pendência antes do fechamento, e a correção feita pelo RH fica registrada como correção, com trilha — diferente de alguém escrever por cima do cartão de papel.

Preciso guardar os cartões de papel antigos?

Sim. Eles continuam sendo o documento daquele período; trocar de sistema não apaga a obrigação de poder apresentá-los.

O que a lei passa a exigir depois que eu troco?

Duas coisas que o papel não tinha: o equipamento precisa imprimir o comprovante de cada marcação para o funcionário e gerar o AFD pela porta fiscal, conforme a Portaria 671/2021.

Aquele relógio barato que vi à venda serve?

Provavelmente não. Muitos registram horário mas não são REP homologado: não imprimem comprovante nem geram AFD no formato exigido. Peça o número de homologação antes de comprar qualquer coisa.

Quanto tempo leva a implantação?

A instalação e o cadastro são feitos numa visita, na maioria dos casos. O que leva mais tempo é o primeiro fechamento, e ele é acompanhado por nós — é onde aparecem os ajustes que ninguém previu.

Depois da instalação eu fico sozinho?

Não fica. Implantação nova vem com seis meses de suporte incluído, nas condições da proposta, e o suprimento — rolo, crachá, nobreak, fonte, bateria — é vendido avulso, sem contrato.

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