Relógio de ponto em Mirassol

Atendemos empresas de Mirassol com as duas decisões que mais pesam: digital ou facial, e um equipamento ou dois — além de instalação, configuração e suporte no fechamento.

Mirassol fica ao lado de São José do Rio Preto, e essa proximidade resolve na prática o ponto que mais atrapalha quem compra de fornecedor distante: quando o relógio para, alguém aparece. Instalação, teste, treinamento e assistência são feitos no local.

Quem nos procura de Mirassol chega quase sempre com as mesmas duas perguntas, e elas realmente são as que mais pesam no resultado. As demais — marca, cor, tamanho da tela — mudam pouco.

Primeira decisão: digital ou facial

A digital é a escolha mais comum em escritório, comércio e serviços: barata, conhecida e o funcionário não precisa carregar nada. Ela falha em condição específica, e é sempre a mesma: mão molhada, engordurada, ressecada, suja de tinta ou massa, e uso de luva. Não é defeito do leitor — a pele muda e o desenho não bate.

O reconhecimento facial resolve isso e ainda elimina o contato. É mais rápido na fila, porque a leitura acontece enquanto a pessoa se aproxima. Em compensação exige atenção com iluminação: contraluz forte, sol batendo na lente ou local muito escuro atrapalham. Vale testar no turno mais crítico antes de fixar o aparelho, e o guia de instalação lista o que conferir.

Existe ainda a terceira via, que muita gente esquece: o cartão de aproximação. O mesmo equipamento aceita digital, cartão e senha ao mesmo tempo, então dá para resolver o caso de duas ou três pessoas cuja digital não lê sem trocar nada para o resto da equipe. Se quiser aprofundar, veja como escolher um relógio de ponto.

Como decidir sem chutar: na visita, testamos a leitura com os funcionários que trabalham nas piores condições — não com a digital do gerente. Se falhar com eles, falha todo dia depois da venda.

Segunda decisão: um equipamento ou dois

O que responde essa pergunta não é o tamanho do quadro, é quanta gente marca junta. Cada leitura leva poucos segundos, então vinte pessoas entrando no mesmo horário resolvem em torno de um minuto e meio — para isso ninguém precisa de dois aparelhos. Oitenta pessoas juntas já é outra conversa.

Antes de decidir, ande pelo trajeto que o pessoal faz na entrada. Um único ponto de marcação num vão apertado engarrafa mesmo quando o tempo dá conta, porque quem já bateu não tem por onde sair. Empresa com duas portas costuma render mais com um aparelho em cada uma do que trocando por um modelo mais rápido.

O que a lei exige do equipamento

Um REP homologado se distingue do aparelho barato por dois detalhes: ele entrega o papelzinho ao funcionário a cada batida e ele exporta o AFD — o arquivo com o histórico bruto das marcações — pela saída fiscal, num pen drive comum. Quem fiscaliza chega, espeta o pen drive e leva o arquivo; se o seu aparelho não faz isso, não há conversa que resolva na hora.

Quem manda nesse assunto é a Portaria 671/2021, com a redação da Portaria 4/2022, e a exigência de controlar jornada alcança o estabelecimento que passa de vinte empregados. O atalho para não errar na compra é um só: peça o número de homologação. Sem ele, você está olhando para um relógio caro com tela.

O que muda no fechamento do mês

O ganho real do ponto eletrônico não está em bater o ponto, está no fechamento. Marcação incompleta, falta integral, atraso, saída antecipada, atestado e folga passam a aparecer numa lista de pendências em vez de serem descobertos folheando cartão de papel.

Deixamos configurados as jornadas, os feriados, o adicional noturno com hora reduzida e o banco de horas com percentual, limite e data de início. Se a empresa preferir não cuidar disso, o fechamento vira serviço: levantamos as pendências do quadro inteiro, lançamos o que for informado e devolvemos o espelho de ponto e os relatórios que o contador recebe.

Comprar ou alugar

Na compra, o equipamento é seu e o custo termina; depois da garantia, a manutenção fica com você. No aluguel, uma parcela mensal cobre aparelho, software, montagem, treino e assistência, e a substituição por defeito não vira negociação de orçamento. Não existe resposta única: existe a que cabe no seu caixa e na sua disposição de cuidar de manutenção. Abrimos essa conta em comprar ou alugar relógio de ponto.

Assistência, bobina e peças

Impressão saindo em branco, leitor que recusa a digital de todo mundo, aparelho reiniciando sozinho, hora que anda para trás, exportação do AFD que não completa: são defeitos com conserto. Olhamos primeiro, passamos o valor depois, e nada acontece sem o seu de acordo. Se o caso pedir a mão do fabricante, seguimos para a assistência especializada com prazo e preço combinados antes.

O suprimento também sai daqui: rolo térmico de 300 metros em papel que aguenta o arquivo morto, cartão e chaveiro de proximidade, nobreak, fonte, bateria interna e as peças de reposição da impressora, como o rolete que traciona o papel. Peça avulsa, sem contrato preso.

O que entregamos em Mirassol

  • Visita e teste de leitura com os funcionários reais antes de definir o equipamento.
  • Instalação gratuita e escolha do ponto de instalação com você.
  • Funcionários já cadastrados na entrega, e quem opera sai sabendo trocar o rolo, incluir gente nova e exportar o AFD.
  • Configuração das jornadas, feriados, adicional noturno e banco de horas.
  • Seis meses de suporte técnico incluídos na implantação nova, segundo as condições da proposta.
  • Acompanhamento no fechamento, com as pendências de cada funcionário revisadas uma a uma.

Na vizinhança ficam Bady Bassitt e Cedral, também atendidas. A cobertura completa está em onde atendemos.

Depois da venda

Continuamos por perto: manutenção mensal, conserto especializado Control iD e bobina entregue aqui. Tudo em serviços.

Perguntas frequentes

Vocês atendem Mirassol?

Sim, e com uma vantagem prática: a proximidade com Rio Preto faz a visita técnica ser rápida. Instalação, teste, treinamento e assistência são feitos no local.

Digital ou facial: qual é melhor?

Depende do ambiente. A digital resolve bem em escritório, comércio e serviços. Onde há mão molhada, engordurada, suja de tinta ou uso de luva, o facial é o certo — a digital vai falhar todo dia.

Quantos equipamentos minha empresa precisa?

Conta pelo pico, não pelo total. Multiplique quantos marcam no mesmo minuto por 3 a 5 segundos. Vinte pessoas juntas passam em cerca de um minuto e meio; para isso não é preciso dois aparelhos.

O facial funciona com óculos, boné ou máscara?

Óculos normalmente não atrapalham. Boné e máscara podem, dependendo de quanto cobrem o rosto. Na implantação testamos com quem usa esses itens e, quando é o caso, deixamos o cartão de aproximação cadastrado como alternativa para essas pessoas.

Como sei se o equipamento atende à lei?

Ele precisa imprimir o comprovante de cada marcação e gerar o AFD pela porta fiscal, conforme a Portaria 671/2021. Exija o número de homologação — é o teste mais rápido para separar um REP de um aparelho com display.

Quem instala e cadastra os funcionários?

Nós mesmos. A montagem está inclusa e vem com o cadastro do quadro, o teste de leitura e o treino de quem vai operar — troca de rolo, cadastro de gente nova e emissão do AFD.

Comprar ou alugar?

Comprando, o bem é seu e o gasto tem fim — em compensação o conserto passa a ser seu quando a garantia vence. Alugando, uma parcela mensal cobre aparelho, software, montagem, treino e assistência, e a troca por defeito é obrigação de quem forneceu.

Vocês vendem bobina avulsa?

Vendemos. Rolo térmico de 300 metros e também crachá de proximidade, nobreak, fonte e bateria, sem exigir contrato de manutenção.

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