Boa parte das empresas de Cedral que chega até nós já tem relógio de ponto. A pergunta não é se vale a pena registrar jornada — isso já está resolvido —, é se vale a pena trocar de equipamento, de sistema ou de fornecedor. E essa pergunta tem resposta técnica, não comercial.
Cedral fica perto de São José do Rio Preto, o que resolve o problema mais comum de quem está insatisfeito: distância do atendimento. Relógio parado numa cidade pequena costuma ficar parado por dias, não por falta de peça, mas porque ninguém vai até lá. Aqui o técnico vai.
A pergunta que decide tudo: e o histórico?
Antes de qualquer proposta, é isso que precisa estar claro. As marcações antigas continuam obrigatórias mesmo depois da troca — a empresa precisa poder apresentá-las se for fiscalizada, e isso não desaparece porque o equipamento mudou de dono.
Na prática, existem dois caminhos e nós usamos os dois:
- Extrair o AFD do equipamento antigo antes de desligar. O Arquivo Fonte de Dados guarda as marcações originais, e sai pela porta fiscal com um pen drive comum. É o que garante que o histórico não morre junto com o aparelho.
- Guardar os espelhos de ponto já fechados dos meses anteriores, que é o documento que o contador e o funcionário reconhecem.
Cuidado com o relógio bloqueado. Se o fornecedor antigo trancou o menu com senha de técnico, você pode não conseguir nem extrair o AFD. Isso precisa ser resolvido antes de encerrar o contrato com ele, não depois.
Sinais de que a troca compensa
Nem toda insatisfação justifica trocar. Estes sinais, sim:
- Assistência que não aparece. Se um defeito simples vira duas semanas sem controle de jornada, o custo não é do conserto, é do mês inteiro corrigido na mão.
- Equipamento que não é REP homologado. Se não imprime comprovante ou não gera o AFD no formato da Portaria 671, você está exposto todo dia. Trocar deixa de ser melhoria e vira necessidade.
- Sistema que não calcula o que a sua empresa usa. Escala que vira a meia-noite, adicional noturno com hora reduzida, banco de horas com limite e data de início. Se o RH refaz a conta por fora, o sistema não está entregando o que deveria.
- Você não tem a senha de administrador. Sem ela não se cadastra funcionário novo nem se acerta a hora — e a empresa fica refém.
Quando NÃO vale trocar
Dizemos isso antes da venda, não depois. Se o equipamento é homologado, imprime, gera AFD e o problema é só o leitor de digital falhando em algumas pessoas, muitas vezes a solução é cadastrar cartão de aproximação para essas pessoas específicas — não comprar aparelho novo. Se o problema é o mecanismo de impressão sujo, é limpeza. Se é a hora que desanda, costuma ser a bateria interna.
Diagnóstico primeiro, orçamento depois, autorização sua antes de qualquer serviço. Quando o defeito exige o fabricante, encaminhamos para a assistência especializada e informamos prazo e valor antes.
Como fazer a virada sem parar a empresa
A troca não precisa ter um dia sem registro. A sequência que usamos:
- Extração e guarda do AFD do equipamento antigo.
- Instalação do novo equipamento com o antigo ainda ligado.
- Cadastro dos funcionários e teste de leitura com gente de verdade, não só com a digital do gerente.
- Um período curto com os dois no ar, para comparar e não descobrir surpresa no fechamento.
- Desligamento do antigo e primeiro fechamento acompanhado por nós.
O primeiro fechamento é a parte que mais gente subestima. É nele que aparecem escala cadastrada errada, feriado esquecido e regra de banco de horas que ninguém conferiu.
Comprar de novo ou passar para aluguel
Quem já comprou uma vez costuma reavaliar. Comprando de novo, o bem é seu e o gasto tem fim — a contrapartida é bancar o conserto quando a garantia acabar. Alugando, uma parcela mensal cobre aparelho, software, montagem, treino e assistência, e a troca por defeito é obrigação de quem forneceu. Para quem já se queimou com fornecedor que não aparece, é exatamente esse o ponto que o aluguel resolve. A comparação completa está em comprar ou alugar.
Suprimento e peça sem depender do fornecedor antigo
Mesmo que você não troque nada, dá para comprar peça e suprimento aqui: rolo térmico de 300 metros em papel que não apaga com o tempo, crachá e chaveiro de proximidade, nobreak, fonte, bateria interna, rolete de tração e jogo de chaves. Sem amarrar contrato e sem exclusividade — muita empresa de Cedral compra só isso da gente.
O que entregamos em Cedral
- Avaliação honesta do que você já tem, com o diagnóstico antes do orçamento.
- Extração e guarda do AFD do equipamento antigo, quando houver troca.
- Desbloqueio de relógio travado por senha de técnico, com as senhas entregues nas suas mãos.
- Instalação gratuita, cadastro dos funcionários e treinamento de quem vai operar.
- Meio ano de suporte incluído quando a implantação é nova, conforme o que estiver escrito na proposta.
- Primeiro fechamento acompanhado, com conferência de pendências de todos os funcionários.
De Cedral seguimos no mesmo roteiro para Guapiaçu e Bady Bassitt. Veja todas as cidades.
Para quem já tem equipamento
Atendemos sem exigir troca: conserto, desbloqueio, peças e bobina avulsos. Lista em serviços.
Perguntas frequentes
Vocês atendem Cedral?
Atendemos, e de perto. Cedral fica ao lado de Rio Preto, e é isso que impede o equipamento de passar dias parado esperando alguém aparecer. Montagem inclusa e visita no local.
Se eu trocar de relógio, perco as marcações antigas?
Não, desde que o AFD seja extraído antes de desligar o equipamento antigo. O Arquivo Fonte de Dados guarda as marcações originais e sai pela porta fiscal com um pen drive comum. Fazemos isso na troca.
O fornecedor antigo travou meu relógio com senha. Dá para resolver?
Dá. O desbloqueio devolve o acesso ao menu e as senhas ficam com você, anotadas e explicadas. Os registros dos funcionários permanecem gravados e o AFD continua íntegro.
Como sei se o meu equipamento atual é homologado?
Um REP homologado imprime o comprovante de cada marcação e gera o AFD no formato da Portaria 671. Se o seu não faz as duas coisas, ele não atende à exigência, por mais que registre horário na tela.
Vale mais a pena consertar ou comprar outro?
Depende do defeito, e o diagnóstico vem antes do orçamento. Mecanismo de impressão sujo é limpeza; hora que desanda costuma ser a bateria interna; digital que falha em algumas pessoas se resolve cadastrando cartão de aproximação. Trocar o aparelho inteiro nem sempre é a resposta.
Dá para trocar sem ficar nenhum dia sem registrar ponto?
Dá. Instalamos o novo com o antigo ainda ligado, cadastramos os funcionários, testamos a leitura e deixamos os dois no ar por um período curto antes de desligar o antigo.
Posso comprar bobina de vocês sem trocar de fornecedor?
Pode, e é comum. Rolo de 300 metros, crachá de proximidade, nobreak, fonte e bateria saem avulsos, sem contrato e sem exigir que você troque de fornecedor.
Vocês acompanham o primeiro fechamento depois da troca?
Acompanhamos. É no primeiro fechamento que aparecem escala cadastrada errada, feriado esquecido e regra de banco de horas que ninguém conferiu — melhor descobrir com a gente junto.