A maior parte das empresas de Uchoa que nos procura tem quadro pequeno. A pergunta quase nunca é qual o melhor equipamento do mercado: é quanto custa se organizar sem gastar o que a empresa não tem — e sem comprar besteira.
Uchoa é uma cidade pequena e isso muda a conversa de um jeito específico: aqui não compensa contratar uma solução dimensionada para indústria de trezentas pessoas, mas também não compensa comprar o aparelho mais barato da internet, que costuma não atender à lei e vira prejuízo dobrado.
Quando o controle de jornada passa a ser exigido
Estabelecimentos com mais de 20 empregados são obrigados a registrar a jornada. Esse é o número que importa, e ele conta por estabelecimento, não pelo total da empresa. Quem está em nove, doze, quinze funcionários e crescendo devia se preparar antes de cruzar a linha, não depois.
O motivo é prático: começar organizado é barato, arrumar depois não é. Empresa que cruza os 20 sem controle nenhum precisa montar tudo às pressas e ainda fica com um passado sem registro que ninguém consegue reconstruir.
Por que vale mesmo sem ser obrigatório
Abaixo de 20 empregados não há obrigação legal, mas há três razões concretas que a gente vê se repetir:
- Numa reclamação trabalhista, quem não tem registro tem a versão mais difícil de sustentar. Sem controle, a discussão sobre horas extras vira palavra contra palavra.
- Atraso e saída antecipada somem no informal. Cinco minutos por dia por pessoa não parecem nada e, em quinze pessoas, viram muitas horas ao longo do ano.
- O acerto fica claro para os dois lados. O funcionário passa a ver o próprio saldo, e some aquela conversa de fim de mês sobre quem lembra o quê.
As demais vantagens estão em vantagens do ponto eletrônico.
O caminho mais econômico
Para quadro pequeno, o desenho que costuma sair mais em conta é um equipamento só, bem posicionado, com o sistema fazendo o trabalho pesado da apuração. Nesse porte não existe pico de fila que justifique dois aparelhos: dez pessoas marcando levam menos de um minuto no total.
Sobre o desembolso, há dois caminhos. Na compra, você paga uma vez e o equipamento é seu; depois da garantia, a manutenção fica por sua conta. No aluguel, uma parcela mensal cobre aparelho, software, montagem, treino e assistência — sem investimento de entrada, que costuma ser exatamente o que trava empresa pequena. A comparação está em comprar ou alugar.
Cuidado com o aparelho de leilão. Muito equipamento barato registra horário mas não é REP homologado: não imprime o comprovante do funcionário e não gera o AFD no formato da Portaria 671. Sai caro duas vezes — o que você pagou e a autuação depois.
O que não economizar
- Homologação. Exija o número. É o que diferencia um REP de um relógio caro com display.
- Instalação e teste com gente de verdade. Testar só com a digital do dono é o erro mais comum. Quem lida com produto de limpeza, massa, tinta ou terra pode não ler.
- Treinamento de quem opera. Trocar bobina, cadastrar funcionário novo e emitir o AFD são três coisas que a empresa precisa saber fazer sozinha.
- As senhas de administrador na sua mão. Sem elas você fica dependente de quem instalou, e desbloquear depois custa mais do que anotar na hora.
Um equipamento, três formas de marcar
O relógio que trabalhamos aceita digital, cartão de aproximação e senha ao mesmo tempo. Isso importa muito em empresa pequena, porque resolve o caso do funcionário cuja digital não lê sem obrigar a comprar outro aparelho: cadastra-se o cartão só para essa pessoa e pronto. Onde o ambiente é pesado, o reconhecimento facial é a alternativa. O guia de escolha ajuda a decidir.
Fechamento sem ter um RH
Em empresa pequena raramente existe departamento pessoal: quem fecha o ponto é o dono, alguém da família ou a pessoa da administração que já acumula outras cinco funções. Por isso o fechamento também pode ficar com a gente — levantamos as pendências de todo o quadro, lançamos o que a empresa informar de atestado, férias, folga e afastamento, mandamos recalcular e devolvemos o espelho de ponto e os relatórios no formato que o contador recebe.
Suprimento avulso, sem contrato
Rolo térmico de 300 metros em papel que não apaga com o tempo, crachá e chaveiro de proximidade, nobreak, fonte, bateria interna, rolete de tração e jogo de chaves. Vendido avulso, sem obrigar contrato de manutenção — e para empresa pequena isso pesa mais que o preço unitário.
O que entregamos em Uchoa
- Proposta do tamanho da empresa, sem empurrar equipamento a mais.
- Instalação gratuita e teste de leitura com os funcionários reais.
- Cadastro dos funcionários e treinamento de quem vai operar.
- Senhas de administrador entregues a você, anotadas e explicadas.
- Suporte incluído por seis meses na implantação nova — é o período em que aparecem as dúvidas de verdade.
- Suporte no fechamento, ou o fechamento feito por nós quando a empresa preferir.
Daqui é curto até Catanduva e Guapiaçu, que também atendemos. Tudo em onde atendemos.
O que dá para contratar avulso
Sem contrato e sem pacote: bobina, peças, um conserto pontual ou só o fechamento do mês. Veja serviços.
Perguntas frequentes
Vocês atendem Uchoa?
Atendemos, e cidade pequena não é motivo para deixar de atender. O técnico vai até a empresa e a montagem está inclusa.
Com quantos funcionários passa a ser obrigatório?
A obrigação de registrar jornada vale para estabelecimentos com mais de 20 empregados, e conta por estabelecimento, não pelo total da empresa. Quem está perto disso e crescendo faz melhor se preparando antes.
Vale a pena mesmo com poucos funcionários?
Vale. Sem registro, a empresa tem a versão mais frágil numa discussão sobre horas extras, e atrasos diários que parecem irrelevantes viram muitas horas no ano. Além disso, o funcionário passa a enxergar o próprio saldo.
Aquele relógio barato da internet serve?
Quase sempre não. Muitos registram horário mas não são REP homologado: não imprimem o comprovante do funcionário nem geram o AFD no formato da Portaria 671. Exija o número de homologação antes de comprar.
Para dez funcionários, preciso de mais de um equipamento?
Não. Nesse porte, um equipamento bem posicionado resolve — dez pessoas marcando levam menos de um minuto no total. Quem oferece dois para esse quadro está vendendo a mais.
E se a digital de um funcionário não ler?
O mesmo equipamento aceita cartão de aproximação e senha junto com a digital. Cadastramos a alternativa só para quem precisa, sem mudar nada para o resto da equipe e sem comprar outro aparelho.
Não tenho RH. Quem faz o fechamento?
Podemos fazer, como serviço contratado: conferimos as pendências de todos, aplicamos o que a empresa informar de atestado, férias e folga, e entregamos o espelho de ponto e os relatórios para a contabilidade.
Preciso de contrato para comprar bobina?
Não precisa. Rolo de 300 metros, crachá de proximidade, nobreak, fonte e bateria saem avulsos, sem nenhum contrato amarrado.