Relógio de ponto biométrico

O modelo mais usado em escritório, comércio e serviços — e o que fazer quando a digital de alguém não lê.

O relógio biométrico é o mais comum, e por bons motivos: o funcionário não carrega nada, não empresta nada e não perde nada. Encosta o dedo, o aparelho identifica e imprime o comprovante. É a escolha padrão em escritório, comércio, consultório, escola e prestador de serviço.

Como funciona na prática

O leitor óptico grava um gabarito matemático da digital, não a imagem do dedo. Na hora da marcação ele compara o dedo apresentado com os gabaritos cadastrados, acha o funcionário, grava o horário e imprime o comprovante. Tudo acontece dentro do aparelho, em fração de segundo, e sem depender de internet.

Esse detalhe do gabarito costuma acalmar o time: não fica uma "foto da digital" guardada em lugar nenhum. Se quiser entender o ciclo inteiro, veja como funciona o relógio de ponto.

Onde a digital falha — e o que fazer

A digital tem um limite conhecido, e é sempre o mesmo: a pele muda. Mão molhada, engordurada, ressecada, com massa, tinta, cimento ou produto químico deixa de bater com o gabarito. Também acontece com quem lixa, corta ou manuseia papel o dia inteiro, porque o desenho se desgasta.

A solução não é comprar outro aparelho. O mesmo equipamento aceita cartão de proximidade e senha numérica junto com a digital. Cadastramos a alternativa só para as pessoas que precisam, e o resto da equipe segue no dedo, sem mudança nenhuma.

Se boa parte da equipe trabalha nessa condição, aí sim o caminho é o reconhecimento facial — e a gente diz isso antes da venda, não depois do primeiro chamado.

O que ele precisa fazer para valer legalmente

  • Imprimir o comprovante de cada marcação para o funcionário, a cada batida.
  • Gerar o AFD pela porta fiscal, com as marcações originais e sem edição.
  • Ter número de homologação conforme as Portarias 671/2021 e 4/2022.

Aparelho de leitura biométrica que só mostra o horário numa tela — e existe muito à venda — não cumpre nenhuma das três coisas. Mais detalhes em Portaria 671 do MTE.

Erros de cadastro que geram chamado depois

  1. Cadastrar só um dedo. Se esse dedo cortar ou descascar, a pessoa fica sem marcar. Cadastre dois, de mãos diferentes.
  2. Cadastrar com a mão limpa no escritório e trabalhar com a mão suja no galpão. O gabarito precisa ser tirado na condição real de uso.
  3. Testar só com o gerente. A digital do gerente sempre lê. É a do pessoal da produção que precisa ser testada.
  4. Ignorar quem já chega reclamando que a digital nunca funciona em lugar nenhum. Essa pessoa é candidata natural ao cartão.

O que entregamos

  • Instalação gratuita e escolha do ponto junto com você.
  • Cadastro de dois dedos por funcionário, feito na condição real de trabalho.
  • Cartão de proximidade cadastrado para quem a digital não atender, sem custo de outro equipamento.
  • Configuração de jornadas, feriados, adicional noturno e banco de horas.
  • Seis meses de suporte incluídos na implantação nova, conforme a proposta.

Ficha técnica em relógio de ponto Control iD. Para decidir entre comprar e alugar, veja comprar ou alugar.

Perguntas frequentes

A digital de um funcionário não lê. Preciso trocar de equipamento?

Não. O mesmo aparelho aceita cartão de proximidade e senha junto com a digital. Cadastramos a alternativa só para quem precisa e o restante da equipe continua no dedo.

O aparelho guarda a imagem da minha digital?

Não. Ele grava um gabarito matemático usado para comparação, não a imagem do dedo.

Quantos dedos vocês cadastram por pessoa?

Dois, de mãos diferentes. Se um dedo cortar ou descascar, a pessoa continua conseguindo marcar sem abrir chamado.

Precisa de internet para marcar?

Não. A identificação, a gravação e a impressão acontecem no próprio aparelho. A rede serve para levar os dados ao sistema.

Biométrico ou facial: qual escolher?

Biométrico onde as mãos estão limpas — escritório, comércio, serviços. Facial onde há mão molhada, engordurada, com massa, tinta ou uso de luva. Testamos no local antes de você decidir.

Ele imprime comprovante para o funcionário?

Imprime, a cada marcação, e isso é exigência da Portaria 671, não cortesia. É também o que consome bobina — fornecemos rolo de 300 metros avulso.

Funcionário pode marcar pelo outro?

Com digital, não — é justamente essa a vantagem sobre o crachá e o cartão de papel. Se a empresa cadastrar cartão como alternativa para alguém, aí o cuidado volta a existir para essa pessoa.

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